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DATA DO EVENTO:

 

6 a 9 de setembro

De 06 a 09 de setembro acontece a II Conferência Internacional Ecumênica de Louvor e Adoração Somos Um. O evento, no Centro de Convenções Sul América da Cidade do Rio de Janeiro, é uma iniciativa cristã de irmãos católicos em parceria com irmãos evangélicos de diferentes denominações do Brasil e de outros países. São líderes cristãos que têm dedicado suas vidas ao serviço da unidade do Corpo de Cristo e ajudado a restaurar a comunhão possível na Igreja, até que cheguemos à comunhão plena.

Pontos relevantes sobre o evento:

 

  • A Conferência Somos Um é uma iniciativa católica de perspectiva ecumênica; (Ut Unum Sint 8).
  • A Conferência é internacional já que deseja inserir os cristãos do Brasil no caminho profético e espiritual que acontece pelo mundo, mas ao mesmo tempo compartilhar com os irmãos de outros países os passos que as Igrejas do Brasil têm dado.
  • A Conferência é ecumênica, pois reúne pode reunir os irmãos e irmãs que reconhecem que Jesus Cristo é o Verbo do Pai Encarnado, é o Senhor, o filho de Deus que veio para salvar a humanidade; que aderiram ao Batismo em nome da Trindade e creem no poder transformador de sua Palavra, além de desejarem fortalecer os laços de amizade e comunhão fraterna; (Ut Unum Sint 7).
  • A Conferência é de “louvor e adoração”, porque esse é o fundamento da existência humana: “Fomos criados para o louvor da sua glória” e nisso já somos um; (Ef. 1,11).
  • A Conferência proclama e celebra o fato de buscarmos e vivermos a unidade possível de forma plena, até que um dia cheguemos à plenitude da unidade; (Ut Unum Sint 12).
  • A Conferência é uma iniciativa da Comunidade Coração Novo, em comunhão com as diversas instituições ou líderes de denominação cristã mencionados anteriormente.
  • A Conferência pode favorecer o nascimento de outras iniciativas no caminho da unidade do Corpo de Cristo através do encontro entre os irmãos.
  • Os irmãos que participam na elaboração da Conferência poderão colaborar e incentivar o surgimento de outras iniciativas desse tipo e isso não faz da Conferência uma instância de governo sobre as mesmas
  • A Conferência Somos Um não é uma instância de diálogo oficial das instituições religiosas e sim um espaço fraterno de encontro para a experiência do louvor e da adoração a Deus, o ecumenismo espiritual.
  • A Conferência deve favorecer o encontro e a participação de todos os tipos de experiências cristãs que desejarem fazer parte do encontro e que buscam a unidade do Corpo de Cristo.
  • A Conferência é um espaço de escuta, tanto dessas diversas experiências quanto, do Deus que fala através delas. Isso é importante para imprimir caráter e valor histórico a cada uma delas.
  • A Conferência está aberta às pessoas, cristãs ou não, que desejam fazer ou conhecer o caminho de unidade que já é empreendido por tantos cristãos.
  • A Conferência se sustenta a partir de uma aliança espiritual de sua liderança e daqueles que a aderem baseada em 4 princípios, a saber:

1 – O do respeito à identidade

2 – O da eclesialidade

4 – O do não-proselitismo

5 – O da busca incondicional da unidade.

 

Esses quatro princípios cremos serem aderidos a partir da consciência criada pela revelação que é obra do Espírito Santo no coração do crente, para sustentar o mandamento do amor ensinado por Jesus.

 

O TEMA E SEU DESENVOLVIMENTO:

 

A II Conferência Somos Um tem como tema: “Chamados a conservar a Unidade do Espírito pelo vínculo da Paz” (Ef. 4, 1-3)

O tema responde a atual questão proposta como reflexão pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na Campanha da Fraternidade – que a Igreja Católica celebra todos os anos durante o período da Quaresma e que neste ano tem caráter ecumênico – , a respeito da “superação da violência” e é resposta e direção para tempos de polarização ideológica que são grande causa de divisão no mundo.

Embora tenhamos em mente que estamos em uma sociedade violenta e relacionemos esse fato diretamente à criminalidade que cresce nas grandes metrópoles, devemos ter claro que vivemos submetidos a diversos tipos de violência, e muitas vezes nós também somos geradores desta mesma cultura de violência.

Existem posturas violentas, no trânsito, na fila do banco, no trem do metrô e em tantos outros lugares, no entanto, existem discursos bélicos que são violentos na sua forma, embora tragam conteúdo correto e por diversas vezes profundos. Embora este não seja o seu objetivo dos autores, esses discursos bélicos também são promotores ou pelo menos incentivadores de posturas violentas.

A violência do mundo real copia a violência do mundo virtual, e, a do mundo virtual divulga a do mundo real. Enfim, estamos expostos ou estamos nos expondo, mas também estamos produzindo todo o tipo de violência. Mesmo entre os que estão em um partido ou em uma religião, ou ainda os que se dedicam a uma causa ideológica, cada um, usando do direito de acreditar e defender sua ideia, se comporta com aquela velha, porém triste, máxima de que a melhor defesa é o ataque.

É surpreendente como as ideologias entraram dentro das nossas famílias e como nos tornamos instrumentos fáceis de serem manipulados e, assim, acabamos por  produzir o material para quem se interessa pela destruição da unidade social, do conceito de família humana. Aqui entra o papel do príncipe deste mundo que veio para “matar, roubar e destruir”; ou seja, é também uma questão de política partidária ou dos políticos e seus partidos, no entanto, estamos falando também de uma realidade espiritual que não se responde apenas com discursos ideológicos ou teológicos, mas exige uma adesão a mensagem de um outro Príncipe, Àquele da Paz.

Aderir a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, exige de quem deseja a aliança, uma abertura do espírito à revelação da vontade do Pai para o homem criado, que está longe de poder ser atendida por qualquer perfil ideológico ou partidário, e, sequer nos será oferecido por qualquer forma de governo.

Ao mesmo tempo, é a adesão a Jesus Cristo sinalizados no “louvor e na adoração” que estabelecem entre nós a comunhão necessária para influenciar o mundo e colaborar para que se estabeleça, o quanto possível, o Reino de Jesus nesta terra, até que Ele volte.

Por isso é necessário converter-se, ver-se com os outros, em diálogo, para ser capaz de ter-se, de fazer juizo da nossa postura em função de discernir com sabedoria as consequências das nossas atitudes. Aqui está a importância de nos encontrarmos para manifestarmos amor uns pelos outros, porque fazendo esse exercício e promovendo-o é que seremos capazes de favorecer a outros para que conheçam e façam sua adesão ao Deus de Jesus Cristo.

 

A ESTRUTURA DA CONFERÊNCIA

A Conferência acontece em 4 dias, com um encontro específico para comunhão de líderes, outro para a juventude e a grande conferência aberta a todos.

 

O LOCAL DO EVENTO

Centro de Convenções Sul América do Rio de Janeiro

Inaugurado em julho de 2007, o Centro de Convenções SulAmérica foi projetado com o objetivo de ser um espaço multiuso e voltado a atender às demandas de diversos setores para a realização de seus eventos.

Localização central, infraestrutura e tecnologia de ponta são os grandes diferenciais do Centro de Convenções SulAmérica, que está totalmente preparado para receber simultaneamente palestras, workshops, congressos, convenções e feiras nacionais ou internacionais.

Vale destacar a proximidade dos aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim, além do fácil acesso à zona sul e principais vias da cidade. O Centro também fica a poucos metros da estação do metrô Estácio/Cidade Nova, o que garante uma rápida, tranquila e segura conexão com os demais bairros e regiões do Rio.

Além disso, os expositores, visitantes e congressistas podem contar com o conforto e a segurança do estacionamento coberto, com aproximadamente 1.000 vagas (no subsolo).

A construção do Centro de Convenções SulAmérica contou com investimentos das iniciativas pública e privada, com participação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Racional Engenharia.

Como chegar: